Arthur Elias aprova período de treinos da seleção feminina
Por FI
Rio de Janeiro, RJ, 26 – Arthur Elias não escondeu sua satisfação com o período de 10 dias de treinos da seleção brasileira feminina na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio. O técnico abriu mão da realização de amistosos da Data Fifa e aproveitou o período para dar entrosamento e fortalecer a identidade que busca na equipe nacional.
O técnico fez um balanço positivo das atividades, na qual contou com 30 convocadas, e focou no desenvolvimento do modelo de jogo da equipe, com foco na “evolução das jogadoras”, mesmo com muitas ainda em pré-temporada.
“Balanço muito positivo dessa convocação, onde conseguimos desenvolver ainda mais nosso modelo de jogo com o número de 30 atletas, muitas delas que ainda estão no final de pré-temporada, então com certeza elas vão voltar muito bem para os clubes”, avaliou o treinador. “A gente não teve nenhum tipo de intercorrência e também seguimos fortalecendo a nossa unidade e identidade”, afirmou Arthur Elias.
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EVOLUÇÃO
Entre os trabalhos, muitas atividades específicas focando na segunda Data Fifa do ano, em abril, na qual fará dois amistosos na casa da sempre dura seleção dos Estados Unidos, algoz na decisão dos Jogos Olímpicos de Paris-2024.
“Foi uma evolução muito grande nas ideias e na execução do nosso time com a posse de bola, ou seja, nosso comportamento ofensivo e as transições. As atletas corresponderam muito bem. Nossa invasão de área, como nos distribuímos no terço final, também foi muito proveitosa”, destacou.
NOVIDADE
Arthur Elias contou com reforço em sua comissão técnica nos últimos quatro dias de trabalho em Teresópolis. Pela primeira vez, a CBF abriu as portas da seleção brasileira para o trabalho de profissionais dos clubes da Série A nacional.
“Foi uma ação inédita da CBF e para mim um sucesso. A troca foi muito verdadeira, tanto da comissão técnica da seleção para os clubes, quanto dos clubes conosco. Eles trouxeram ideias que também nos fizeram refletir sobre o trabalho deles, entender mais a realidade dos clubes e o que as jogadoras têm como orientação nos seus respectivos times”, disse.
“Gostei muito do que foi feito aqui. Abre-se uma porta para outras oportunidades, mas especialmente para manter essa relação de troca de ideias, reflexões e cooperação entre todos, para o futebol feminino cada vez mais forte no nosso país”, concluiu.